16.09

DIÁRIO DE BORDO

Dia 10 – Natural History Museum

O dia amanheceu feioso e a preguiça de domingo imperou absoluta por aqui. Depois do meio dia, nos convencemos que o sol não viria mesmo e achamos por bem fazer um passeio indoors, e ir até o Museu de História Natural (mesmo sendo domingo, sinônimo de museu cheio, ainda mais de graça).

Viagem tranquila, um ônibus só, chegamos e exploramos o museu (lotado) como esperado com dois berrentos toddlers – vapt vupt. O museu é velho, num sentido não-tautológico. Se pelos animais não daria para saber, a programação visual entrega que o museu não foi renovado nos últimos 20-30 anos. Mas ainda vale a visita.

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Na saída, para nossa sorte, o sol tinha dado as caras com toda a força. Aproveitamos para esticar até o Hyde Park para um sorvetinho.

 

Dona Silvia soprou no ouvido da Laura que o playground do navio era por ali e não deu outra. Lá fomos nós de novo para o Diana Memorial Playground. Foi bom pro Christian conhecer e experimentar um passeio pé na areia em Londres. Desta vez, a Beatriz estava acordada e também não resistiu.

De noite, todo mundo meio baleado, ainda deu para curtir um pub com o Thiago e o Pedro, colegas de HCPA, que haviam recém-chegado à cidade para trabalhar no projeto com o Christian durante esta semana. Fomos tentar o The Plough, mas chegamos no meio de um trivia game meio nada a ver. A fome apertou e saímos procurando algum lugar para comer, além de beber. Nada fácil às 21h30 de domingo em Londres. Quando finalmente conseguimos, no Revolution, a atendente nos deu 10 minutos para escolher. Cozinha fechando. Não sei como, acertamos. E todo mundo saiu pesado e feliz.

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