Londres ’18

DIÁRIO DE BORDO

 

Dia 0 – Sobrevivemos

Pegamos o vôo da TAP Porto Alegre-Lisboa, saindo de casa pelas 17h. Vôo noturno, esperança das crianças dormirem e termos uma viagem mais ou menos sossegada.  Até levei dois livros a bordo – vã esperança!

Conseguimos os assentos da frente, logo atrás da classe executiva, onde é possível fixar na parede um berçinho para bebês, fornecido pela companhia aérea. Tentamos, mas Beatriz não curtiu muito e, sinceramente, nem eu. Primeiro, porque o bebê precisa ser retirado do berço sempre que há turbulência (o que foi recorrente no nosso vôo) ou quando o aviso de apertar os cintos é ligado. Segundo, porque essse assento fica próximo aos banheiros, o que significa um entra-e-sai interminável e um acende-apaga de luzes muito enjoado.

Mas sobrevivemos, graças às nossas escudeiras Peppa Pig e Galinha Pintadinha.

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Do aeroporto de Lisboa ao Oceanário

Nossa conexão para Londres não era das melhores, pelo menos em tese. Cinco horas de espera. Resolvemos arriscar e sair do aeroporto. Esticar as pernas, passsear, distrair as meninas e recarregar as energias.

Deu certo. Deixamos algum excesso das bagagens de mão no locker do aerporto e tomamos um Uber para o oceanário de Lisboa. Bem bonito, vale pelo tubarão e algumas arraias. Acho que a Beatriz gostou mais que a Laura no fim.

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A Laura gostou mesmo foi do passeio que fizemos depois. Logo ali ao lado há uma espécie de teleférico, que liga as duas pontas daquela região, que é tipo um porto, com vários restaurantes e espaço para caminhar e andar de bicicleta. Custa 3 euros para adultos, crianças não pagam. A vista é bonita e vale o passeio.

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segue 07.09